
“Políticas públicas e intervenções institucionais, Economia Solidária, Agroecologia e sustentabilidade” por José Samuel da S. Santos.
Falar de Políticas públicas se faz necessário abordarmos as intervenções do Institucionais em suas linhas de ação, que se baseiam em um modelo de desenvolvimento, implementadas através de políticas publicas.
As intervenções institucionais, nas medidas e proporções que se dão, intervêm no meio rural, induzindo os agricultores a mudarem suas dinâmicas sociais e econômicas RANGEL (2004), melhorando ou estagnando o desenvolvimento social provocando mudanças na paisagem local, impactando agressivamente no meio ambiente. Estas intervenções se dão de diversas formas, através de políticas direcionadas: acesso ao crédito, pesquisa, ATER (Assistência Técnica e Extensão Rural), educação, etc.
Sem dúvida alguma a intervenções, das últimas décadas, na chamada Revolução Verde, causaram grandes impactos não só aos processos produtivos, mas também ocasionou a expulsão de milhares de agricultores do campo, mudando o modo de vida dos que resistiram em continuar no meio rural e influenciaram também, principalmente na dinâmica agrária SHNEIDER E FIALHO (2000). É inegável a constatação que o atual modelo de desenvolvimento, forjando a sensação de desenvolvimento, causando desigualdades sociais e impactos ambientais, que se não tratados rapidamente tornarão irreversíveis os danos causados ao nosso planeta DAL SOGLIO (2008).
Para romper o paradigma do produtivismo é necessário a busca de novas tecnologias a serem implementadas. Neste sentido a produção agroecológica torna-se fundamental na busca de alternativas a dependência dos insumos químicos, a diversificação da produção. Vários fatores têm de ser levados em conta como o uso racional dos recursos hídricos e naturais, tendo presente à sustentabilidade na agricultura Familiar.
Para acessar o texto íntegra clique AQUI, acima ilustrando o texto, a foto Açucar de Sebastião Salgado (Aimorés, 8 de fevereiro de 1944) fotógrafo brasileiro reconhecido mundialmente. Nomeado como representante especial do UNICEF, dedica-se a fazer crônicas sobre a vida das pessoas excluídas.
JOSÉ SAMUEL DA S. SANTOS é colaborador, 27 anos, acadêmico em Planejamento e Gestão para o Desenvolvimento Rural na UFRGS, militante da economia solidária e movimentos de juventudes rurais, Assessor de Politica Agrária e Juventude da FETAG e sócio fundador da Associação de Turismo Rural Solidário Morro Agudo no município de Santo Antônio da Patrulha. Mais informações em participantes. Para ler mais posts desse colaborador clique AQUI ou em José Samuel na coluna fixa ao lado, em colaboradores(as).
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